aliciante

Recomeça... se puderes, sem angústia e sem pressa e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcances não descanses, de nenhum fruto queiras só metade. Miguel Torga

Outubro 15, 2004

MUDEI DE CASA


A partir de hoje podem encontrar-me aqui.
Para quem me visita regularmente, sugiro que adicione aos favoritos o novo link:
http://aliciante.weblog.com.pt/

Outubro 14, 2004

Feira da Praça em Beja

Após a fase experimental e contactados os vendedores e habituais visitantes da Feira da Praça chegou-se à conclusão que esta iniciativa da autarquia deverá ter uma periodicidade mensal, realizando-se no primeiro sábado de cada mês, durante toda o dia (realizando-se a próxima no dia 6 de Novembro).
A Feira da Praça pretende afirmar-se como um espaço livre, onde todos os cidadãos, comerciantes ou particulares, possam comprar e vender os mais diversificados produtos. Produtos em barro, miniaturas de madeira, trabalhos em azulejo, calçado artesanal, cestaria, velas, selos, discos, CDs, livros, roupas usadas, pequenos electrodomésticos, são alguns dos produtos que estão a transformar a Praça da República de Beja num mercado original e atractivo.
Todos os interessados em participar neste projecto devem contactar o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal de Beja onde serão fornecidas todas as informações.

Outubro 13, 2004

Pouca vontade

Não queria terminar o dia sem escrever qualquer coisa aqui mas a verdade é que tenho muito pouca vontade.
Desculpem mas...hoje fico-me por aqui.

Outubro 12, 2004

Uma verdadeira maravilha na ilha do Pico



foto: André Vieira

Outubro 11, 2004

Para quem não sabe...

...as mascotes dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 ( em Turim) são de um português.
Pedro Albuquerque, em 237 propostas de todo o mundo, venceu tornando-se o primeiro português a ganhar este concurso internacional.
Estou orgulhosa, os bonecos são giríssimos e ainda bem que temos sangue novo para levar o nome de Portugal a todo mundo.
Não podemos ser conhecidos sempre por sermos os piores em quase tudo, não é?

Outubro 10, 2004

Sem comentários


foto: João Espinho

Outubro 09, 2004

O Aliciante


Apetece-me dar uma volta a este blog. Tenho vontade de mudar.
A escrita, o lay-out, a cor…
Apetece-me fazer algo diferente.
Uma mudança radical. Como o fiz com a minha vida.
Por vezes tenho vontade de o apagar. É tão simples como clicar na palavra delete.
Mas nele tenho a escrita da alma. Pensamentos e sentimentos. Gritos de raiva e de desespero. Estados de alma aqui representados na escrita. Memórias e recordações.
Sei que se apagasse o blog imediatamente a seguir criaria um outro. Talvez refugiado no anonimato.
Não sei.
Este vício sei que muito dificilmente abandonarei. Mas se criasse outro blog em nada se distanciaria do Aliciante. Seria muito semelhante porque sei que não mudei em nada a minha personalidade. Continuo a ser a pessoa que sempre fui. Mais amadurecida pelos constantes embates que tenho tido. Mas com os olhos mais abertos e mais atenta a determinados sinais que desvalorizava.
Comecei este post com uma vontade. Termino dizendo que, quanto muito, mudarei de casa. Mas o Aliciante continuará a ser o que sempre foi: um lugar onde se criam cumplicidades entre quem escreve e quem lê.

A noite de ontem foi espectacular, surpreendente, verdadeira e mágica

Começou com um jantar de anos de uma grande amiga minha. Daquelas amigas com as quais não precisamos falar todos os dias mas que sabemos estarem presentes sempre. Parabéns Xana. Desejo-te as maiores felicidades do mundo. A sangria estava fantástica. Ai a sangria…
Saí do jantar, e porque a noite ainda era uma criança, fui para a RuralBeja.
Adivinhava-se um grande concerto. E foi realmente espectacular. Adiafa no seu melhor com as presenças em palco de Rui Veloso, Paulo de Carvalho, Os alentejanos de Serpa, Gaiteiros de Lisboa e a Bardoada. Gostei de conhecer toda aquela gente e de poder partilhar com quem amo aquele concerto surpreendente. Encheu-me a alma quando o Rui Veloso cantou. Bebi todas as suas palavras. Adoro ouvi-lo cantar. A facilidade com que agarra numa guitarra e deita cá para fora tudo aquilo que sente.
Igualmente perfeita foi a música interpretada pelos Adiafa mas com letra de Paulo Ribeiro: Afã. Que poema extraordinário. Paulo Ribeiro, sou tua fã incondicional.
À parte deste espectáculo havia um outro a decorrer. Sabia-me observada por várias pessoas. Seguiam todos os meus gestos. Quase que acompanhavam o meu movimento quando metia o copo à boca para degustar a imperial. Até parece que as cabeças se movimentavam ao mesmo tempo que a minha mão. Não me incomodou. De tudo há que tirar proveito. E eu diverti-me imenso. Aquelas cabeças não pararam de imaginar cenários. E ainda não perceberam que não percebem nada. Não perceberam que a minha realidade e o meu mundo é outro. Que nada mais importava ali. Que as músicas, os cheiros, as palavras, os olhos, as luzes são coisas que eu admirei de uma forma perceptível a um único coração.
Durante a noite consolidei amizades. Olhos ternurentos que me davam força. Palavras de carinho que me enchem o coração. Conversas agradáveis com gente bonita. Até com sotaque brasileiro.
Mas justiça seja feita… o momento mais importante para mim foi saber o amor que ambos sentimos um pelo outro. Enraizado e indestrutível. Cada dia que passa a cumplicidade, a amizade, o carinho e amor que sentimos é mais forte. Não te quero perder nunca e espero poder ter-te a meu lado em todos os caminho que percorrer. Porque é isso que eu quero também fazer. Estar para ti como tu estás para mim. Obrigada Paulo por existires na minha vida e por seres o Homem extraordinário que és.